Sindicalismo e eleição de Lula
As pesquisas, quase todas, mostram dificuldades de Lula em elevar seu teto eleitoral. Há crescimento, sim, mas as projeções de segundo turno mostram subida de Flávio Bolsonaro.
Flávio não é ruim, é péssimo. Diante disso, aponto dois caminhos:
- Partidos da base/coligação – Bater em Flávio, mostrar suas fraquezas, denunciar suas ligações milicianas, combater seu histórico antidemocrático e pôr a nu sua submissão ao projeto de Donald Trump/Estados Unidos.
- Sindicalismo – Mostrar que o governo Lula é bom para os trabalhadores. Destacar: a) O aumento do emprego; b) O controle da inflação; c) A melhora na renda assalariada; d) A política de aumento real ao salário mínimo; e) A isenção do imposto de renda para salários até R$ 5 mil; f) O aumento nas exportações; g) O fortalecimento de importantes cadeias industriais; h) Elencar programas inclusivos, como o Pé de Meia, o Desenrola Brasil, entre outros.
Observe que são papéis diferentes, mas convergentes. Aos partidos da base será mais natural radicalizar o debate político e bater pesado no adversário extremista e entreguista. Ao sindicalismo é mais natural apontar os ganhos que o Lula 3 propicia aos trabalhadores.
Ao sindicalismo cabe ainda um outro papel, que é apontar bons candidatos, principalmente, à Câmara Federal e ao Senado, mostrando que isso é bom para a democracia.
As táticas variam, dentro da mesma estratégia geral, que nos interessa, ou seja, reeleger Lula e reduzir o espaço político da extrema direita, que é corrupta, violenta e vendilhã da Pátria.
Futuro – Todo projeto político deve olhar para o horizonte. A coligação pró-Lula precisa mostrar que está no lado da esperança, da justiça, da liberdade, da soberania nacional e do progresso de cada homem e mulher de nosso País.
João Franzin, jornalista da Agência Sindical.




