Agência Sindical

Comunicação a serviço dos trabalhadores

Acesse o canal da Agência Sindical no YouTube

Para Marina Silva, SP precisa se reerguer

35Avaliar
—:—
1×

Toque em Play para preparar a narração.

O Estado de São Paulo tem perdido posições estratégicas e caído no ranking da Educação, Segurança e Desenvolvimento. O comentário é de Marina Silva, que concorre ao Senado pelo Rede. Ela falou nesta quinta (10), no Sindicato dos Engenheiros (Seesp) dentro do ciclo “A Engenharia, o Estado e o País”.

Para Marina, “o Estado precisa se reerguer, melhorar vários indicadores e voltar a ser um polo de investimentos, porque temos perdido posições para Estados do Sul e do Nordeste”.

No entendimento da candidata, falta planejamento estratégico. “Temos aqui todas as condições, as melhores universidades, centros de pesquisa, mão de obra qualificada e a tradição de ser um Estado trabalhador, com um povo que quer crescer e se desenvolver”, ela afirma. Marina Silva lembrou que, enquanto o Brasil cresce 2,5% ao ano, o Estado de São Paulo fica na casa dos 0,5%.

Ao abordar o tema industrialização e comentar eventual choque com a pauta ambientalista, a ex-ministra citou o caso da China. Ela diz: “Lá, estão fazendo uma correta transição energética, com indústrias à base de carbono zero”.

Sindicalismo – A ex-deputada federal por São Paulo respondeu questão levantada por Murilo Pinheiro, presidente dos Engenheiros, acerca da sustentação sindical. Segundo Marina, “o enfraquecimento das entidades, via reforma trabalhista, foi de caso pensado, porque Sindicato forte luta, orienta, reivindica”. Marina Silva entende que o próprio movimento deve criar formas de custeio e também buscar junto ao Congresso meios legais de garantir contribuição.

A senadora reforçou seus laços com o Estado de São Paulo, “onde atuo há mais de 40 anos, sou casada com um paulista, tenho aqui filhos e netos”. Para Marina, que concorreu três vezes à Presidência da República, “São Paulo não é o Estado que pergunta à pessoa de onde ela vem, mas sim o que pretender fazer pra se estabilizar e progredir”.

Marina Silva critica a desigualdade social e propõe um modelo de País com uma faixa majoritária de classe média, “como é no Japão, onde há 5% de muito ricos, 5% de pobres e 90% vivendo na prosperidade”. Ela conclui: “É enganosa essa ideia de que todos podem ficar ricos. Importante é a pessoa ser próspera”.

MAIS – Site do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo

O que você achou deste conteúdo?

Seja o primeiro a avaliar
Avalie este conteúdo de 1 a 5 estrelas

Preferências de privacidade

Recursos necessários mantêm o site e os serviços solicitados funcionando. Não utilizamos sua recusa para bloquear a leitura.

Necessários — sempre ativos
Segurança, autenticação e armazenamento desta escolha. Preferências de leitura e controle de avaliações são usados ao solicitar esses recursos.

Esta escolha vale por 180 dias. Altere ou revogue a qualquer momento neste painel.