Na balança da democracia só há um peso, o da consciência

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Estamos chegando ao fim da eleição mais emblemática do país. Desde a redemocratização, nunca, na história do Brasil, houve tanta polaridade com insultos, abuso de poder econômico e principalmente fake News. Neste momento, é preciso ter consciência e, principalmente, comprometimento com a democracia.
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Não estamos assistindo a uma partida de futebol, com torcidas em lados opostos.
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O que está em jogo é o futuro do país, por isso precisamos sair da acomodação. Mais de 32 milhões de eleitores deixaram de votar no primeiro turno, só no Rio de Janeiro foram quase três milhões. A atitude de lavar as mãos como fez Pilatos pode trazer consequências sérias à classe trabalhadora e para os pobres.

Os eleitos para o próximo ano legislativo no Congresso representam os grupos dominantes da política brasileira. Neste caso, a única forma de frear o avanço dos projetos, já em pauta, que visam a retirada de direitos, é votar no presidente Lula.

Para os frentistas de todo país, a situação ainda é mais perversa e critica. No Congresso tramitam projetos, que visam revogar a Lei 9.956, que proíbe bombas de autosserviço em postos de combustíveis de todo país. A proposta, bancada por multinacionais, vai acabar com o emprego de meio milhão de trabalhadores. Não se iludam companheiros! Se não tirarmos Bolsonaro do poder, o trator vai passar por cima de todo mundo.
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O governo Bolsonaro já retirou muitos direitos dos brasileiros, e para ajustar as contas com os gastos de campanha, vai fazer o povo sangrar ainda mais. Para garantir o orçamento secreto, dos seus aliados no Congresso, o governo cortou verbas significativas da Saúde, Educação, Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Regional e Defesa. Mas não para por aí. O ministro Paulo Guedes, pretende adotar medidas, logo após o segundo turno, que preveem os reajustes do salário mínimo, das aposentadorias e das pensões abaixo do índice da inflação.

Vamos parar de mimimi! Bolsonaro não tem comprometimento com ninguém. Está preocupado em salvar o próprio pescoço, pois a alma já está condenada pela carnificina da covid. Patrocinou o genocídio, com a sua incredulidade, arrogância e maldade. Temos seis dias pela frente para refletir, mudar e conquistar votos que garantam a nossa sobrevivência.

Na balança da democracia — onde se faz a justiça— vou optar pelo lado, onde a minha consciência ficará mais leve, quando o presente se tornar história. Eu voto em Lula, mas continuarei atento. Se eleito, acompanharei seu governo e cobrarei as falhas, principalmente se não seguir o que venho defendendo neste espaço: crescimento econômico; emprego; direitos trabalhistas; saúde; educação; mais inclusão social e um país melhor para todos. Estamos na luta e vamos ganhar, para o bem do Brasil. É LULA!!

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