Por mais que a torcida afogueada grite, o jogador deve por a bola no chão e chutar a gol.
Isto se refere especificamente aos dirigentes sindicais que, embora absorvidos e preocupados como todos nós pelos embates no STF, devem sobretudo se preocupar, com urgência e pressa, com as eleições e trabalharem pela vitória dos candidatos favoráveis aos trabalhadores e às trabalhadoras e ao movimento sindical.
Agora já se pode, com toda certeza, escrever a “cola” completa para o dia das eleições: candidato a deputado federal (quatro algarismos), candidato a deputado estadual ou distrital (cinco algarismos), primeira candidatura ao Senado (três algarismos), segunda candidatura ao Senado (três algarismos), governador de Estado (dois algarismos) e presidente da República (dois algarismos).
Além da “cola” que é individual os dirigentes devem intensificar as campanhas para seus candidatos com convites para a sede sindical, reuniões em porta de fábrica e locais de trabalho, pequenos comícios, distribuição de materiais e exposição com argumentos e indicação de votos nas redes sociais.
Conjugando os desafios e velocidade das campanhas com os interesses do movimento sindical, o clamor e a luta pela PEC 6 x 1 pode ser o fio indutor das atividades eleitorais.
João Guilherme Vargas Netto. Consultor de entidades sindicais de trabalhadores.









