Xadrez no sindicalismo – João Franzin

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Luiz Tenório de Lima
João Franzin, jornalista e coordenador da Agência Sindical - [email protected]

João Guilherme Vargas Neto narra essa história, simples e didática, sobre a natureza das coisas. Sobre a natureza do sindicalismo, no caso.

Ele diz: O dirigente passa num certo lugar e vê duas pessoas sentadas uma frente à outra, junto a uma pequena mesa.

Chega mais perto e vê que ali tem um tabuleiro.

Mais perto ainda enxerga os jogadores, a mesa, o tabuleiro e as peças. E vê que, a cada certo tempo, um ou outro jogador move uma peça.
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Ao verificar que o tabuleiro tem casas brancas e casas pretas, o apressado conclui: é dama; isso eu também sei jogar.

Chegasse mais perto veria que os dois jogam xadrez, cuja complexidade é muito maior que a dama e que aquele jogo requer experiência, sagacidade, tática, paciência, frieza, estratégia, audácia e até capacidade de prever movimentos.

Vargas Netto diz: dama é sindicalismo, política é xadrez. Ou seja, poucos sabem jogar direito.
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Tem um campo do sindicalismo onde a ação da entidade, e da direção, precisa sempre ser jogo de xadrez: o setor público.

No setor privado, são mais concretos os fatores da equação. Em síntese, o patrão quer ganhar mais, e ponto final. Na política, o patrão quer ganhar mais também, mas pra atingir esse objetivo terá que mover muitas peças ao mesmo tempo, não dispor de uma estratégia só. Ou seja, o patrão do setor público joga xadrez.
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Em sendo assim, é ineficaz encarar o tabuleiro de xadrez com as regras do jogo de damas, com a cabeça do jogador de dama, com a pressa do jogador de dama, com a soberba do jogador de botequim, com a visão de mundo do jogador de dama. A derrota será certa.

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