23.2 C
São Paulo
quarta-feira, 11/02/2026

Presidente da CTB diz que Central crescerá mais

Data:

Compartilhe:

“O Sindicato é primordial na vida do trabalhador e da família. Se eu estivesse, agora, numa porta de fábrica, diria isso aos companheiros. E reforçaria que o trabalhador deve buscar sempre o Sindicato, porque será amparado”.

A fala é de Adilson Araújo, bancário que preside a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil. A entidade cresce e seu presidente acredita que a coerência, “definida em nossa Carta de Princípios”, é uma das alavancas desse crescimento.

Números – O Cadastro Nacional de Entidades Sindicais do Ministério do Trabalho e Emprego mostra a CTB como a segunda Central mais representativa – 1.650.159 trabalhadores sindicalizados, numa base composta por 964 entidades regularizadas no Ministério. 

Mas, segundo a entidade, os filiados já superam 1.400 entidades – falta apenas regularizar junto ao MTE. Adilson observa que o número de sindicalizados (com base no CNES) equivale a 8,69% do total nacional – por esse quesito, a CTB é a segunda. A CUT lidera, com 30,02% dos sindicalizados.

Critério – Quem define a sindicalização como item de representatividade é a Lei 11.648/2008, que concedeu status sindical às Centrais. Até então, a estrutura se assentava no padrão Sindicato-Federação-Confederação, conforme o Artigo 8º da Constituição. Para a CTB, “sistema fundamental até hoje”.

Dados – A Lei 11.648 prevê reconhecimento das Centrais que possuam, dentre outros quesitos, percentual mínimo de 7% de sindicalizados às entidades filiadas. Hoje, seis alcançam a meta: CUT, CTB, UGT, Força, CSB e Nova Central. Ao Ministério do Trabalho cabe aferir e publicar o índice de representatividade segundo os percentuais de sindicalização. A última aferição é de 2016.

Origem – A CTB foi fundada em 2007. “Já temos presença em todos os Estados e Distrito Federal”, diz o presidente Adilson Araújo. Ele aponta a atuação da Central nas lutas sociais e de resistência como um dos fatores do crescimento contínuo. Uma trincheira atual é a luta contra a privatização da Sabesp, liderada pelo Sintaema, Sindicato cetebista. Adilson afirma: “Onde tem luta popular tremula a bandeira da CTB”

MAISSite da CTB.

Conteúdo Relacionado

Sindicalismo soma forças pró-Lula

Com forte predominância do movimento sindical, aconteceu na manhã desta quarta (11) plenária dos setores progressistas, no Sindicato dos Químicos, em São Paulo, para...

Voto em massa elege chapa no Sindforte

Terminou dia 5 o processo eleitoral no SindForte-SP, com a coleta de votos em todo o Estado, num grande número de bases. A votação...

Pacto contra o Feminicídio será efetivo

A sociedade e suas entidades devem se somar aos esforços do Estado no combate à violência contra a mulher. Dia 4, os Poderes Executivo,...

CNTA defende jornada 5×2

Em artigo, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins, Artur Bueno de Camargo, afirma que tem ganhado força...

Livro conta 90 anos do salário mínimo

Será lançado hoje (9), em Brasília, o livro sobre os 90 anos da criação do salário mínimo. Com valor inicial de 240 mil réis,...