Os professores da rede privada do Estado de São Paulo estão em Campanha Salarial. As tratativas serão unificada em todos segmentos (Sesi, Senai e Senac, ensino superior e educação básica). Ou seja, assembleias serão únicas e virtuais, com professores de todo Estado.
SESI e SENAI – Docentes e técnicos de ensino do Sesi-SP aprovaram, em 29 de janeiro, a pauta de reivindicações proposta pela Federação e os 25 Sindicatos integrantes. Principais reivindicações: reajuste salarial pelo INPC, acrescido de 50% do índice a título de aumento real; Abono Salarial de 18%; aumento do valor do vale-refeição e do vale-alimentação, conforme o índice do reajuste salarial, acrescido de 10%. Pauta foi entregue ao patronal em 3 de fevereiro.
SESI SUPERIOR – Em 5 de fevereiro, professores da faculdade Sesi-SP de Educação realizaram assembleia. Por unanimidade, aprovaram cláusulas novas que tratam de núcleos de inclusão, garantia ao professor transferido de município, proibir a contratação de professores na modalidade PJ, prevenção às doenças mentais e ao assédio, conforme Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego (NR-1) e Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, CIPAA (NR-5). Se destacam, ainda, a cláusula sobre participação dos docentes em congressos e simpósios, sem caracterizar falta.
Reivindicam ainda ampliação da licença-maternidade para 180 dias, licença-paternidade para 20 dias e abono salarial de 18%. Hora-atividade de 20%, reajuste salarial correspondente ao INPC acumulado entre 1º de março do ano passado e 28 de fevereiro do corrente, acrescido de 50% do índice inflacionário, a título de aumento real.
SENAC – Assembleia de definição da pauta ocorreu em 5 de fevereiro. Convenção Coletiva para o ensino Superior do Senac está vigente até 28 de fevereiro de 2027. Ou seja, as negociações do setor debatem somente cláusulas econômicas. Professores reivindicam reajuste salarial com base no INPC/FIPE, acrescido de 50% do índice inflacionário; pagamento de vale-refeição ou alimentação para todos os docentes, independentemente da carga horária de trabalho; pagamento de abono especial de 18% da remuneração mensal bruta e rediscussão do plano de cargos e salários.
Na pauta consta a reivindicação por equiparação salarial com unidades da Capital, como acontece aos docentes do ensino médio do Senac. Assembleia aprovou ainda a inclusão das NRs do Ministério do Trabalho e Emprego (NR-1 e NR-5) que tratam de saúde mental, assédio e CIPAA. Para que o Senac cumpra as regulamentações.
SENAC – ENSINO MÉDIO – Docentes pleiteiam aumento do valor da hora-aula para R$ 50,00 acrescidos de hora-atividade de 6% e descanso semanal remunerado de 1/6. Objetivo é recuperar perdas inflacionárias e obter aumento real, mais extensão do benefício do vale-refeição para professores com carga horária menor que 30 horas semanais.
Acordo Coletivo de Trabalho do segmento tem vigência até 28 de fevereiro de 2027.Ou seja, itens como recesso, férias, garantia semestral de salários e abono de 18% já estão garantidos. Pauta foi entregue ao patronal quarta (11).
MAIS INFORMAÇÕES – Site da Fepesp e dos 26 Sindicatos integrantes.









