A luta faz a Lei! – Miguel Torres

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Este nosso slogan expressa muito bem as nossas ações por uma vida melhor para a Família Metalúrgica e o povo brasileiro em geral. Nossa atuação é sindical, trabalhista, social e política!

O governo anterior, vale lembrar, nunca nos recebeu. Agora temos diálogo aberto com o presidente Lula, o vice e ministro Alckmin e todos os demais ministros e ministras, que estão recebendo as nossas pautas de reivindicação e explicando as medidas que estão sendo anunciadas e efetivadas pelo atual governo.

Destacamos a retomada dos programas sociais, a lei da igualdade salarial para as mulheres, o piso da enfermagem, a disposição do governo em alavancar a reindustrialização do País, a nossa mobilização pelo retorno da política de valorização permanente do salário mínimo (item nº 1 da pauta da clas[1]se trabalhadora aprovada na Conclat 2022) e a incansável mobilização contra os juros altos que impedem um crescimento mais rápido e robusto da economia brasileira.

Também são importantes os debates sobre a valorização do movimento sindical representativo e atuante e o fortalecimento das negociações coletivas, o novo marco fiscal para descongelar o nefasto teto de gastos e uma reforma tributária que seja justa para a classe trabalhadora e garanta mais recursos para os investimentos produtivos e sociais.

Aderimos e convocamos todos para o “Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades”. Acesse @combateasdesigualdades nas redes sociais e participe!

Neste segundo semestre, para a Família Metalúrgica, vamos promover um Encontro dos Cipeiros (Comissões Internas de Prevenção de Acidentes) Metalúrgicos, que além das ações por saúde e segurança, agora têm o direito por lei de agir contra os assédios moral e sexual nos locais de trabalho.

Nossa data-base é 1º de novembro, mas já estamos mobilizando a Família Metalúrgica de São Paulo e Mogi das Cruzes na Campanha Salarial 2023 unificada com os demais sindicatos paulistas. Somos mais de 700 mil metalúrgicos no Estado de SP. Somos uma grande força trabalhista, mas nada cai do céu e precisaremos de muita pressão sobre os patrões.

Exigimos um significativo reajuste salarial, a manutenção das conquistas anteriores da Convenção Coletiva de Trabalho e a redução da jornada de trabalho, para gerar empregos e mais qualidade de vida para a Família Metalúrgica. E vamos lutar para aumentar o número de sócios e sócias para fortalecer a categoria e as negociações coletivas”.

Miguel Torres
Presidente da Força Sindical, da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes