O Brasil chegou a 13,9 milhões de desempregados entre outubro e dezembro de 2020, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Isso significa que a população sem um trabalho formal cresceu quase três pontos percentuais frente ao mesmo período de 2019.

Já a taxa média anual de desocupação aumentou de 11,9%, em 2019, para 13,5%, em 2020, a maior da série iniciada em 2012. Esses percentuais mostram que o crescimento do contingente de desempregados cresceu 2,3 milhões na comparação entre outubro e dezembro dos anos de 2019 e 2020.

No atual cenário, sem vacina para toda a população, com restrições severas ao funcionamento do comércio e estímulo de autoridades à desobediência quanto ao distanciamento social e uso de máscara, a tendência de alta no desemprego mais uma vez foi confirmada.

Ainda de acordo com o IBGE, a média anual de desocupados ficou em 13,4% milhões de trabalhadores, a maior da série, e aumentou 6,7% em relação a 2019, com 840 mil pessoas a mais sem emprego.

Sindicalismo – As Centrais Sindicais agora articulam com o Congresso Nacional para garantir a vacinação de toda a população, o mais rápido possível, a manutenção do Auxílio Emergencial de R$ 600,00 e conter o desemprego.

Nesta terça, 2, os presidentes das Centrais irão se reunir comlíderes partidários na Câmara e Senado para levar a pauta de reivindicações. Já na quinta, 4, as entidades devem promover atos públicos em todo o País.

Presidente da Força Sindical, Miguel Torres destaca a necessidade da mobilização de entidades sindicais, dirigentes e trabalhadores em todos os estados.

Ele diz: “É importante todos participarem desta luta”.

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