Segundo avaliação de Fernanda Lou Sans Magano, presidenta do Sindicato dos Psicólogos de São Paulo, com base em levantamento de dados do Ministério da Saúde, as políticas do governo Bolsonaro, que levaram ao empobrecimento da população e ao agravamento da pandemia da Covid-19, é uma das causas que refletem no aumento do número de casos de depressão.

De acordo com a pesquisa do Ministério da Saúde, 11,3% dos brasileiros disseram ter recebido o diagnóstico médico da doença. O número é bem superior à média de 5,3% estabelecida ao País pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“A depressão está aumentando por causa da pandemia, mas também por causa da situação de carestia que o País está enfrentando. O empobrecimento da população, o desemprego, a precarização, que vai tirando a segurança. Tudo isso somado às condições de trabalho no isolamento, e à situação daqueles que não puderam fazer isolamento, todas essas coisas influenciaram nas alterações de humor. Tivemos referências a quadros depressivos e também a síndromes do pânico, de transtornos do humor”, disse a dirigente em entrevista à Rede Brasil Atual.

O local com mais casos de depressão registrados foi Porto Alegre (17,5%) e o menor em Belém (7,2%). As mulheres foram as que mais relataram casos, em todas as faixas etárias. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2019, registrou que 10% da população tinha diagnóstico médico de depressão. Em 2013, a taxa era de 7,6%.

Não confirmados – A psicóloga alerta ainda que faltam dados estatísticos mais apurados sobre a situação. Além disso, faltam recursos para a abertura de novos centros de atenção psicossocial, os CAPs.
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A situação é idêntica na Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast), conforme lembrou.

Dados da Associação Brasileira de Psiquiatria mostram que o Brasil lidera o ranking de casos de depressão na América Latina, com cerca de 11,5 milhões de pessoas com o diagnóstico.
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O quadro está entre as principais causas de suicídio.

Comparativo – O levantamento do Ministério da Saúde mostrou que, em média, há mais brasileiros deprimidos do que diabéticos. A diabetes, que na maioria dos casos está acompanhada da pressão alta e colesterol alto, favorecendo uma série de complicações, acomete em média 9,1% da população que participou da pesquisa.
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