Cresce apoio à paralisação dos metalúrgicos de Curitiba

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Desde que a mobilização começou na terça-feira (22), Sindicatos, parlamentares e organizações de trabalhadores de outros países (Inglaterra e Coréia do Sul) enviaram mensagens de apoio por meio das redes sociais.

Os gestos de solidariedade refletem a preocupação com o impacto social causado pela montadora em plena pandemia. “O capital é isso aí, é agressivo é predador, que manda as pessoas embora e não quer nem saber de negociar”, lamentou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres.

Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região (SP), José Pereira dos Santos, repudiou em vídeo a atitude da Renault. “Essa postura, reflete o desgoverno que vivemos nesse País, com um presidente que detesta trabalhadores. Não vamos aceitar que a Renault entre nesse jogo”, avisa Pereira.

“Por trás de cada trabalhador, existe uma família que precisa de sustento. Dialogar é preciso para que os empregos sejam preservados. Sem negociação, todos perdem algo. Não há caminho sem diálogo”, afirmou o senador Paulo Paim (PT-RS).

Lideranças políticas também fizeram questão de lembrar dos incentivos fiscais que a montadora recebe do governo do estado. “A Renault foi muito bem-vinda na região e recebe uma política de incentivo. Ou seja, deixamos de arrecadar imposto para poder de fato manter os empregos. Precisamos aplicar essa lei aqui”, disse o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PSB).

 

 

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