Nesta quarta (24), as Centrais Sindicais coordenaram o Dia Nacional de Luta pela vida, por vacina, empregos e Auxílio Emergencial de R$ 600,00. Movimentos sociais também participaram.

O Dia Nacional integra um conjunto de ações que articulam as próprias entidades, reforçam a comunicação com as bases, mobilizam outros setores sociais e visam pressionar o governo por vacina já.

Terça, dirigentes de Centrais se reuniram com o vice-presidente Hamilton Mourão. Também houve lives com governadores. Segundo Miguel Torres, presidente da Força Sindical, as entidades apresentaram documento que cobra urgência na imunização da população, agilidade na compra de vacinas e atenção especial ao Emergencial de R$ 600,00. Ele diz: “Não adianta pedir pro povo ficar em casa se não tiver um Auxílio Emergencial decente, complementado pelos governos municipais e estaduais”.

Em reunião com o governador paulista, João Doria, ontem (23), se decidiu criar um Grupo de Trabalho pra sistematizar propostas, com participação do governo e trabalhadores. A primeira reunião do GT deve acontecer na próxima semana.

Lockdown – Os dirigentes cobram apoio a micro e pequenas empresas pra que haja lockdown sem quebradeira. O tema foi tratado com o governador paulista, que, informa Miguel, mostrou disposição de salvar vidas. Outro item vital na pauta das Centrais é a vacinação em massa. O governo demora pra comprar imunizantes. “Até a vacina chegar, muita gente terá morrido”, lamenta Miguel Torres.

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