Mulheres reagem ao ataque da CNI e CNC

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Pegou muito mal no sindicalismo, especialmente junto às lideranças femininas, a Ação Direta de Inconstitucionalidade, impetrada pela Confederação Nacional da Indústria e Confederação Nacional do Comércio contra a Lei 14.611/23 – Lei da Equiparação Salarial.

O Fórum Nacional de Mulheres Trabalhadoras das Centrais reage e realiza Live, quarta (27), a partir das 18 horas.

A iniciativa online visa fortalecer a mobilização nacional sindical contra a Ação Direta (ADI) movida pelas duas entidades patronais.

Em Nota, divulgada sexta (22), as sindicalistas rechaçaram os retrocessos, principalmente porque as duas confederações patronais participaram do GTI tripartite para ajustes na construção da Lei de Igualdade Salarial.

Diz a Nota: “A discriminação e o machismo são ferramentas que não nos intimidam ou impedem de continuar fazendo essa luta histórica por igualdade de salário”. A Nota alerta que “esse tipo de ação por parte da CNI e da CNC contra as trabalhadoras mostra a face da violência que as mulheres sofrem no mundo do trabalho”.

Cleonice Caetano, Vice presidenta da União Geral dos Trabalhadores – UGT, diz: “Tenho o dever e a honra de defender os direitos fundamentais da pessoa, principalmente se tratando da autonomia econômica das mulheres. É impossível ficar do outro lado quando se trata de uma legislação que busca corrigir distorções históricas e promover justiça social. É inaceitável que, mesmo desempenhando as mesmas funções e possuindo as mesmas qualificações, as mulheres continuem recebendo salários inferiores aos homens”.

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