Professores e orientadores educacionais do Distrito Federal se encontraram nesta terça (22), em assembleia geral, e definiram o calendário de lutas dos educadores do DF. O próximo encontro está marcado para o dia 24 de março, com paralisação dos profissionais.

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) destacou os sete anos de congelamento dos salários e do vale-alimentação. O governo se comprometeu a cumprir a lei e pagar o reajuste devido à categoria desde 2015, mas a entidade considera que a ação é insuficiente.
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A Comissão de Negociação, que se reuniu com a Secretaria de Economia do DF, apontou ainda a necessidade de concurso público, já que cerca de 1/3 dos profissionais em exercício são contratados em regime temporário.
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A contratação efetiva dá estabilidade ao trabalhador e garante a continuidade do trabalho na escola.
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Combates – O Sinpro considera tarefas dos educadores do DF: combater propostas privatistas ou de transferência de recursos públicos para o setor privado, como o homeschooling; e lutar contra o sucateamento, que será consequência da superlotação de turmas, da escassez de profissionais concursados, do novo ensino médio e do desmonte da EJA (Educação de Jovens e Adultos).

Calendário – A assembleia dos educadores do DF aprovou a realização de assembleias regionais durante o mês de março, nos dias 10, 15, 17 e 22, contemplando todos os turno de trabalho. Na sequência, está agendada uma nova assembleia geral, com paralisação, no dia 24 de março.

MAIS – Acesse o site do Sinpro.

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