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sexta-feira, 1/05/2026

Engenharia tem pressa ante o “Nova Indústria”

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Dia 22 de janeiro, o governo federal lançou o Nova Indústria Brasil. O projeto é amplo e complexo. Se efetivado, elevará o patamar nacional e, por consequência, o padrão de vida dos brasileiros.

A Engenharia será vital na execução e para o êxito do programa. “A Engenharia quer participar com propostas, iniciativas e também na execução das fases do Nova Indústria”, afirma Murilo Pinheiro, presidente do Sindicato da categoria no Estado de São Paulo e da Federação Nacional – FNE.

Segunda (5), ele falou à Agência Sindical. Murilo Pinheiro aponta que, como o programa vai demandar conhecimento prático e tecnologia, “precisará ouvir a Engenharia, vale dizer os profissionais e as empresas”.

Há alguns anos a Federação pôs em marcha o que chama da Engenharia Unida. Essa frente reúne os mais diversos profissionais da Engenharia, empresas públicas e privadas, técnicos e também a academia.

Tal experiência, ou seja, a agregação de gente qualificada e com prática, precisa estar presente em todas as fases do Nova Indústria Brasil. Murilo Pinheiro afirma: “O projeto tem que começar a andar. E o melhor é a Engenharia participar de todo o processo”.

Cresce Brasil – Há mais de uma década, a Federação dos Engenheiros debate e articula a iniciativa chamada “Cresce Brasil”, que abarca amplos setores, como infraestrutura, cidades, meio ambiente, educação e outros. O Nova Indústria, de certa forma, amplia para proporções bem maiores o conceito do “Cresce Brasil”, que prepara nova edição pra junho.

Emprego – Murilo Pinheiro chama atenção para o potencial gerador de empregos do Nova Indústria Brasil. Ele diz: “Vai precisar de muitos engenheiros e de tantos outros profissionais, de quase todas as áreas. Junto de um engenheiro trabalham, no mínimo, mais 20 pessoas”.

Gravado – A Agência Sindical gravou entrevista com Murilo Pinheiro, no Seesp, Capital. Nos próximos dias, o conteúdo será disponibilizado em nossas redes sociais.

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