Engenheiros debatem uso do hidrogênio verde

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo realiza nesta quinta (30), das 13 às 19 horas, o Seminário “Hidrogênio verde como fonte energética ao transporte sustentável e solução à descarbonização da economia”. O evento  acontece no auditório da entidade (Rua Genebra, 25, Bela Vista, região central).

Desafios e impactos da adoção de novas tecnologias de energia para o transporte público, as mudanças climáticas e o papel das universidades e institutos de pesquisa serão colocados em pauta. A discussão se fundamenta na necessidade de transição para fontes de energia menos poluentes pela frota de transporte coletivo do município.

São Paulo lidera o ranking das cidades que emitem gases de efeito estufa no setor de energia. Mas a capital paulista tem duas metas importantes previstas na legislação aprovada há quatro anos: até 2028 reduzir em 50% as emissões totais de dióxido de carbono de origem fóssil, 90% de material particulado e 80% de óxidos de nitrogênio. Até 2038, deve zerar as emissões totais de CO2.

Murilo Pinheiro, presidente do Sindicato, ressalta que cumprir essas metas é fundamental para a saúde dos paulistanos e a fim de contribuir com o planeta. Mas fazê-lo exigirá compromisso real do poder público, conscientização da sociedade, investimentos e inovação tecnológica.

“O hidrogênio verde apresenta-se como interessante opção de energia de tração sustentável e renovável. Também é excelente chance à engenharia nacional de desenvolver a tecnologia voltada ao H2V, aproveitando as vantagens estratégicas do Brasil com mais de 80% de sua matriz energética renovável”, afirma Murilo.

Participam do debate Martina Hackelberg, cônsul-geral da Alemanha em SP; Thiago Vasconcellos Barral Ferreira, secretário de Planejamento e Transição Energética do Ministério de Minas e Energia, e diversos especialistas na área de mobilidade, da Academia e meio ambiente.

Hidrogênio verde é uma fonte de energia que só emite água e não deixa resíduos. O seu manuseio já é dominado há décadas.

Programação – Clique aqui e confira.

Mais – Acesse o site do Seesp.

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