Após 15 horas de paralisação, os motoristas, cobradores e trabalhadores da manutenção nas empresas de transporte público coletivo de São Paulo conquistaram o reajuste salarial retroativo à data-base, 1º de maio. Enquanto as demais reivindicações não são garantidas, segue a negociação. Por hora, a greve dos condutores está suspensa.

Quem negocia pelos trabalhadores com o patronal SPUrbanuss é o Sindicato dos Motoristas de SP. Segundo o presidente em exercício da entidade, Valmir Santana da Paz (Sorriso), os patrões convocaram os representantes da categoria para reunião antes mesmo de ocorrer julgamento de dissídio pelo Tribunal Regional do Trabalho.

Segundo Sorriso, o patronal concordou com a principal reivindicação da categoria, que é o reajuste salarial de 12,47%, retroativo a 1º de maio, que também deverá ser aplicado no tíquete-refeição. Diante disso, a greve dos motoristas foi suspensa.

“Os trabalhadores mostraram sua determinação e força junto ao Sindicato. Com o reajuste garantido, debateremos outras questões que ainda estão pendentes, como o fim do horário de almoço não remunerado, a PLR e o pagamento de 100% das horas extras. Tais assuntos deverão ser debatidos em até 5 dias úteis”, explica o presidente do Sindmotoristas.

Avanço – Além de conquistar o reajuste retroativo à data-base da categoria, os condutores também tiveram outro importante avanço. Isso porque o patronal garantiu que não irá descontar o dia dos trabalhadores que aderiram ao movimento paredista.

“Na semana que vem, teremos as pendências das reivindicações concluídas”, garante o presidente em exercício do Sindmotoristas, Valmir Santana da Paz.

MAIS – Acesse o site do Sindmotoristas.

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