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domingo, 24/05/2026

Juruna aplaude encontro com Lula

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“O encontro, quarta-feira, dia 18, entre o Presidente Lula e os sindicalistas, teve a marca da alegria”. Quem observa esse clima é João Carlos Gonçalves (Juruna), metalúrgico e secretário-geral da Força Sindical.

Para o dirigente, ao término do encontro, o clima de otimismo se mantinha. Ele diz: “Até porque conseguimos do Presidente o compromisso de resolver a questão do salário mínimo em até 45 dias. Quanto à redução do imposto de renda pra quem ganha até R$ 5 mil, Lula também foi enfático, dizendo que as tabelas serão atualizadas. Nosso sistema tributário é muito injusto”.

Conclat – O sindicalista reata o fio da história, ligando o 18 de janeiro de 2023 ao 7 de abril de 2022. “Foi a terceira Conclat de 2002 que cimentou a unidade do movimento sindical e possibilitou às Centrais levar ao encontro com Lula uma pauta unitária e também várias propostas ligadas ao crescimento da economia, com geração de empregos”.

Sociedade – Fazer o encontro no Planalto, 10 dias depois dos ataques e da depredação pelos extremistas, passa ao Brasil e ao mundo um sentido de ordem e normalidade. João Carlos Gonçalves (Juruna) explica: “Mostramos a maturidade do sindicalismo brasileiro, mostramos que a reivindicação pode ser feita de modo respeitoso, mostramos como e por que o sindicalismo age sempre dentro de uma linha construtiva”.

O reajuste do salário, caso se concretize, virá beneficiar cerca de 60 milhões de brasileiros, entre aposentados, pensionistas, trabalhadores formais, informais, intermitentes e outros. “Mínimo maior significa distribuição de renda. É mercado interno mais forte”, afirma o dirigente forcista.

APP – O encontro com Lula delegou tarefas aos dirigentes. Tanto assim que, na manhã da quinta (19), as Centrais e Sindicatos ligados à categoria já estavam reunidos no Ministério do Trabalho, com o titular Luiz Marinho, em debate acerca da regularização desses trabalhadores. “Esses companheiros não podem mais ficar ao Deus-dará, sem proteção da lei, sem cobertura previdenciária”, alerta Juruna.

MAIS – Sites das Centrais, Diap e Dieese.

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