Apesar da crise econômica e da pandemia da Covid-19, os metalúrgicos do Estado de São Paulo fecham o ano e a Campanha Salarial com saldo positivo.

A negociação com o patronal assegurou 4,77% de reajuste e manteve os direitos da Convenção Coletiva. “Foi um ano desafiador e atípico. Ainda assim conseguimos, reposição pelo INPC e manutenção dos direitos. O resultado é bom nessa conjuntura adversa”, afirma Eliseu Silva Costa, presidente da Federação do Estado (Força Sindical).

Alguns setores patronais ainda não fecharam acordo. Grupo 10 é um caso. “São grupos resistentes à negociação coletiva. Temos buscado acordo por empresa”, afirma o dirigente.

A Campanha Salarial unificada reúne 53 sindicatos filiados à Federação, representando cerca de 700 mil metalúrgicos no Estado de SP, com data-base em 1º de novembro.

Sindicalismo – Para Eliseu, a pandemia reforça a dimensão dos Sindicatos na vida do trabalhador. “Num cenário de suspensão de contrato, redução de jornada e de salários, permitidos pela Medida Provisória 936, procuramos negociar as melhores condições pra categoria”, afirma.

Miguel – Para Miguel Torres, presidente da Força e dos Metalúrgicos de SP, o sindicalismo foi ativo. “Metalúrgicos e várias outras categorias conseguiram assegurar o poder de compra e preservar a Convenção Coletiva, apesar da tentativa patronal de retirar conquistas. Esse é o papel do Sindicato: garantir direitos!”, diz Miguel.

Mais – Acesse o site da CNTM e da Federação dos Metalúrgicos de SP.

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