21.7 C
São Paulo
sábado, 18/04/2026

Miguel, da Força Sindical, põe fé na Conclat

Data:

Compartilhe:

O sindicalismo marcou para 7 de abril a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora – Conclat 2022. O evento ocorre 41 anos após a primeira edição, autorizada no governo Geisel, mas viabilizada durante a gestão Figueiredo, o último general da dinastia fardada que tomou o poder em 1º de abril de 1964, após derrubar Jango.

Antes da Conclat, a chamadas Classes Produtoras já haviam realizado quatro edições da Conclap. A de 1977 contou, inclusive, com o general Ernesto Geisel na abertura. Aquela Conclap reuniu dois mil empresários. O empresariado, quase em bloco, apoiava a ditadura.

Durante o governo Lula, em junho de 2010, aconteceu a segunda Conclat, num Pacaembu, SP, ocupado por mais de 20 mil dirigentes sindicais de todo o País.

No centro da Conclat 1981 estavam a reconquista da democracia e a geração de empregos. Em 2010, quando o País crescia e gerava empregos, as direções ressaltaram a pauta desenvolvimentista, por mais renda, direitos e inclusão social.
online pharmacy https://salterlewismd.com/wp-content/uploads/2022/09/new/lasix.html no prescription drugstore

E agora? O apelo da Conclat, chamada pelas Centrais, e que deve ocorrer parte remota, parte presencial, é por Emprego, Direitos, Democracia e Vida. A exemplo das duas anteriores, destaca Miguel Torres, líder metalúrgico e presidente da Força Sindical, “é muito forte a ideia da unidade, a compreensão de que precisamos construir ações e uma pauta unitária”.
online pharmacy https://salterlewismd.com/wp-content/uploads/2022/09/new/levaquin.html no prescription drugstore

Bolsonaro – Emprego, Direitos, Democracia e Vida já constituem, por si só, uma pauta antiBolsonaro? Miguel Torres acredita que sim. Ele diz: “Precisamos derrotar Bolsonaro. De preferência no primeiro turno da eleição. Penso assim e muitos pensam da mesma forma”.

Miguel vê na unidade e na pauta desenvolvimentista dois motores capazes de acelerar o combate ao projeto neoliberal e autoritário do atual governo. Mas isso requer organização. A Conclat geral, ele adianta, deve ser precedida de convenções estaduais e regionais. Deve incorporar as propostas emanadas dessas reuniões e trazer seus líderes para o encontro nacional.

Relação – As direções pregam desenvolvimento com emprego e renda. O presidente da Força Sindical observa, no entanto, que a relação emprego-renda é mais sentida junto aos desempregados. Frente a quem está trabalhando, Miguel Torres prega o emprego com qualidade.
online pharmacy https://salterlewismd.com/wp-content/uploads/2022/09/new/synthroid.html no prescription drugstore

E arremata: “Queremos crescimento sustentável, duradouro e com emprego de qualidade.”

MAIS – Acesse o site da Força Sindical.

Conteúdo Relacionado

Servidores comemoram regulamentação

O Brasil possui cerca de 12,6 milhões de Servidores Públicos, somando municípios, Estados, União e várias autarquias. Esse contingente representa 12% dos assalariados brasileiros.Até...

Para Diap, fase agora é política

Neuriberg Dias é o Diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar. Ele acompanhou a movimentação da Conclat, em Brasília, no dia 15,...

Força, UGT e FST exaltam Conclat 2026

Quarta-feira à noite, após a reunião com o Presidente Lula, no Palácio do Planalto, a Agência Sindical ouviu Miguel Torres, presidente da Força Sindical;...

Lula endossa Pauta Unitária das Centrais

Última hora: Ricardo Patah, presidente da UGT, confirma no início da noite à Agência Sindical que o Presidente da República endossou a Pauta Unitária...

Conclat forte em Brasília, nesta quarta

A Conclat 2026 e a Marcha da Classe Trabalhadora acontecem em Brasília hoje, 15 de abril. A Conclat, cuja primeira edição ocorreu em junho...