Após morte, Estúdio PLX é fiscalizado

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Estúdio PLX

Dia 3, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) realizou inspeção no Estúdio PLX, em Alphaville (Barueri-SP). No local, dia 26 de junho, ocorreu acidente de trabalho que veio resultar na morte do assistente de maquinaria Celso Guimarães Silva, dia 28.

O profissional sofreu acidente durante montagem para “live”, quando subiu em escada a fim de instalar equipamento. Ele foi atingido por choque elétrico, vindo a cair da altura aproximada de três metros. Silva, que estava contratado pela empresa Backstage, sofreu diversas fraturas e foi hospitalizado.

Segundo seu próprio relato, gravado quando se encontrava internado, o acidente ocorreu em decorrência de choque elétrico ao encostar na estrutura do estúdio (grid), onde montaria o equipamento. Na hora da queda, usava capacete e talabarte (equipamento que prende o cinto de segurança a estruturas), mas não havia ponto de ancoragem.

O Sindcine, ao tomar conhecimento, fez contato com a família da vítima pra apoio e orientação. Sonia Santana, presidente, esteve no estúdio no dia seguinte ao acidente, visitou Silva no hospital e passou a acompanhar a apuração das condições em que se deu o sinistro. Embora não fosse uma produção audiovisual, empregava profissional do setor, o que motivou a atuação do Sindcine.

Ministério – Outra providência foi solicitar a urgente fiscalização pelo Ministério, por meio da Superintendência do Trabalho do Estado de SP. O Sindicato também comunicou o fato a instâncias da Pasta, em Brasília. A inspeção do Estúdio PLX ocorreu segunda, dia 3.

Sonia Santana, presidente do Sindicato que representa os técnicos e demais trabalhadores no setor do audiovisual, afirma: “Tomaremos todas as providências, embasadas na lei, nas Normas Regulamentadoras e na própria Convenção Coletiva de Trabalho”. A dirigente volta a apelar a empregadores e contratantes: “Todo rigor na proteção individual e coletiva nos locais de trabalho. Um acidente com morte impacta a categoria inteira e produz um sentimento geral de insegurança”.

Acesse – www.sindcine.com.br

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