23.3 C
São Paulo
quarta-feira, 11/02/2026

Sexta, Covid matou 1.270 brasileiros. Na Argentina, 13 óbitos

Data:

Compartilhe:

Sexta, dia 10, o Brasil ultrapassou a marca dos 70 mil mortos pela Covid-19. A doença não refluiu e o número de mortos/dia segue acima de mil. Para efeitos de comparação, pegue-se a vizinha Argentina. Na sexta, o país hermano registrou 13 óbitos.

A diferença – ou seja, 100 vezes mais no Brasil – tem relação direta com as políticas públicas dos governantes. Na Argentina, assim que o coronavírus foi detectado, o presidente Alberto Fernández adotou medidas restritivas na saúde e efetivas para a economia. Além do isolamento social, o governo passou a pagar adicional de 1 mil Pesos a cada profissional da Saúde.

Aqui, Bolsonaro desdenhou da doença, por ele chamada de gripezinha. Também não formou um gabinete de crise e trocou três vezes o ministro da Saúde – o atual é militar e não tem qualquer prática no enfrentamento de pandemias e doenças e impacto coletivo.

Economia – Lá, o presidente Fernández protegeu os empregos, apoiou a indústria e decretou moratória da dívida interna. No Brasil, Guedes/Bolsonaro facilitaram a vida dos bancos, que tiveram um ganho de R$ 1,2 trilhão porque puderam se apropriar de mais 7% das reservas bancárias.

Fonte – Argentina: jornal Pagina12

Conteúdo Relacionado

Voto em massa elege chapa no Sindforte

Terminou dia 5 o processo eleitoral no SindForte-SP, com a coleta de votos em todo o Estado, num grande número de bases. A votação...

Pacto contra o Feminicídio será efetivo

A sociedade e suas entidades devem se somar aos esforços do Estado no combate à violência contra a mulher. Dia 4, os Poderes Executivo,...

CNTA defende jornada 5×2

Em artigo, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins, Artur Bueno de Camargo, afirma que tem ganhado força...

Livro conta 90 anos do salário mínimo

Será lançado hoje (9), em Brasília, o livro sobre os 90 anos da criação do salário mínimo. Com valor inicial de 240 mil réis,...

IR zero e fim da 6×1 movem a base trabalhadora

O sindicalismo intensifica nas bases a divulgação da isenção do imposto de renda nos salários até R$ 5 mil. De agora em diante, outros...