Papeleiros definem Pauta da Campanha 2023

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Dias 5, 6 e 7 de julho, a Federação dos Papeleiros dos Estados de SP e Mato Grosso do Sul, com seus filiados e apoio da Força Sindical, CUT, Nova Central, CNTI, Fespam e IndustriALL, realizou o 5º Encontro Nacional.

O evento, no auditório da Fecomerciários, em Praia Grande, debateu e deliberou estratégias e Bandeiras de Luta da Campanha Salarial Unificada 2023.

Dia 5, além do credenciamento ao 5º Encontro Nacional, aconteceu a oficina “Respeito é Bom e Todo Mundo Gosta: Assédio Moral e Sexual no Trabalho”, por Regina Moreira – palestrante na área de Desenvolvimento de Pessoas.

No segundo dia, quase 300 sindicalistas de todo o Brasil, das Centrais, de outras categorias e autoridades estiveram no auditório pra participar do Encontro.

Marcio Pochmann, economista e professor da Unicamp, abriu o ciclo de palestras mostrando o panorama concreto da atual conjuntura nacional.

À tarde, Victor Pagani, supervisor-técnico do Dieese, em São Paulo, abordou a conjuntura econômica e informou sobre as atuais negociações coletivas pelo Brasil. Após, falou Alysson de Sá, jornalista e assessor do Diap, fechando o segundo dia. Ele analisou os últimos governos pós-redemocratização, explicando os desafios que Lula tem a enfrentar no terceiro mandato.

Categoria – Ao final do segundo dia houve reunião estratégica comandada pelo Presidente Betinho, com os presidentes dos Sindicatos filiados à Federação.

Dia 7 – Palestra dos advogados César Augusto de Mello e Amílcar Albieri Pacheco, que abordaram o tema Reforma Sindical.

Ministro – Na sequência, Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, tratou de forma elucidativa vários temas de interesse dos trabalhadores. Ele recebeu do presidente ??? Martini, da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Santa Catarina, documento com propostas da categoria papeleira sobre Reforma Sindical.

O 5º Encontro foi encerrado por Betinho, que leu as Bandeiras de Luta deliberadas. Aprovação por unanimidade.

CAMPANHA SALARIAL 2023:

Reajuste salarial de 8%; Piso de R$ 2.500,00; Abono Indenizatório: manutenção e garantia com reajuste; Cesta de Alimentos (Referenciados no Dieese); Combate ao Assédio Moral e Sexual; Jornada de 40 horas semanais; Fim da Terceirização.

MAIS – Site da Federação dos Papeleiros de SP e MS.

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