Dirigente comerciário defende Auxílio de R$ 600,00

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Ministério do Trabalho para patrões
Walter dos Santos é presidente do Sindicato dos Comerciários de Guarulhos

O sindicalismo se mobiliza para que o Congresso Nacional aprove o Auxílio Emergencial de R$ 600,00 até dezembro. As cinco parcelas já pagas colocaram dinheiro nas mãos de milhões de brasileiros, que compraram comida e outros produtos básicos.

Para Walter dos Santos, presidente do Sindicato dos Comerciários de Guarulhos, o valor estimulou a economia e manteve empregos. Ele diz: “Além de aquecer a economia, trouxe até mais ânimo na população. Pais de família estavam entrando em depressão sem renda pra colocar comida na mesa”.

Arrocho – O presidente Bolsonaro editou a MP 1.000, que baixa pra R$ 300,00 as parcelas restantes do Auxílio e reduz o número de beneficiados. Walter critica. “Os produtos subiram muito. Esses R$ 300,00 não são suficientes”.

Os R$ 600,00 do Auxílio injetaram mais dinheiro no mercado, uma vez que o benefício foi pago também a autônomos e empreendedores individuais (MEI). Esse dinheiro fortalece o mercado interno, cuja base está no pequeno comércio.

O pagamento do benefício foi essencial pra sustentar finanças de Estados e Municípios em todo o País. “Ouvi de muitos representantes que, se parar de pagar esses R$ 600,00, a economia trava”, conta Walter dos Santos.

Campanha – As Centrais Sindicais lançaram abaixo-assinado para pressionar o Congresso Nacional a votar a Medida Provisória 1.000 e manter o Auxílio Emergencial em R$ 600,00 até dezembro. Para Walter dos Santos, a campanha é necessária frente à recessão e pandemia.

Abaixo-assinado – Clique aqui e assine.

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