Após muito atraso por parte das mantenedoras, professores e auxiliares administrativos do ensino superior e Simesp (Sindicato patronal) voltaram à mesa de negociação a fim de discutir a renovação da Convenção Coletiva da categoria.

“É uma tática clássica em negociações, mas não serve ao interesse de ninguém, sejam os professores, os auxiliares ou mesmo as instituições”, disse Celso Napolitano, presidente da Federação dos Professores do Estado de SP (Fepesp).

Ele também é o coordenador da Comissão de Negociação.

A alegação das mantenedoras era ação judicial movida pelo Sinpro Campinas, que visa garantir proteger a saúde de educadores em uma eventual volta às aulas.

O Semesp recorreu da decisão da 15ª Vara da Justiça do Trabalho, mas não obteve sucesso.

“O objetivo foi sabotar e atrasar ainda mais as negociações”, avalia Celso Napolitano

Sociais – A renovação das cláusulas sociais por dois anos já foi acordada entre as partes. Estão inclusas a garantia semestral de salários e bolsas de estudo para dependentes dos educadores. A proposta, no entanto, depende de formalização final e, na sequência, deliberação por assembleia dos trabalhadores.

Itens econômicos – A proposta da Fepesp inclui a reposição da inflação de 2020; recuperação da massa salarial, resultante da inflação de 2019, mediante o pagamento de abono ou PLR; base da remuneração para o pagamento do abono, e  garantia de que as instituições de ensino superior não adotem práticas antissindicais.

Assembleia – Quando a proposta estiver finalizada, os Sindicatos convocarão assembleias para apresentá-la aos trabalhadores. Na próxima terça, trabalhadores e patronal volta a se reunir.

Mais – Acesse o site da Fepesp.

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