Os petroleiros do Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo iniciaram greve sexta (5). Se juntam a eles os trabalhadores em petrolíferas da Bahia, que retomaram paralisação após fracasso de negociações com a direção da Petrobras. A motivação dessas paralisações é a privatização de subsidiárias da empresa e a piora das condições de trabalho.

Nos próximos dias, outros sindicatos da categoria realizam assembleias para decidir se irão aderir à greve. De acordo com os trabalhadores, o assédio moral virou ferramenta de gestão utilizada pela direção da Petrobras.

Reivindicações – Os petroleiros cobram uma política de combate ao assédio moral, o fim das dobras de turno e das prorrogações de jornada. Além disso, reivindicam implementação de Acordo Coletivo de Trabalho específico para aqueles que cumprem jornada de 12 horas diárias.

Em Nota, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) alerta para o esgotamento dos profissionais física e psicologicamente. De acordo com a entidade, a Petrobras se nega a dialogar com os sindicatos, além de submeter os trabalhadores a jornadas exaustivas e multifunções.

“Não podemos admitir que milhares de trabalhadores tenham suas vidas viradas de ponta cabeça, sem que a direção da Petrobras aceite sequer negociar alternativas propostas pela categoria”, diz a FUP.

MAIS – Acesse o site da Federação Única dos Petroleiros.

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