Entre os dias 21 e 24 de outubro, a CUT realizou a sua 16ª Plenária Nacional. Encerrado na tarde de domingo, o evento atualizou o Projeto Organizativo e o Plano de Luta da Central.

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Durante os quatro dias de debates, com quase mil conexões diárias, os dirigentes construíram coletivamente o futuro da CUT e a organização dos trabalhadores. Segundo a secretária-geral da entidade, Carmen Foro, as resoluções foram significantes para o presente e o futuro. “Conseguimos realizar debates profundos para a classe trabalhadora que representamos e para a luta geral da sociedade, pra reconstruir e transformar o Brasil”, avalia Carmen.

O vice-presidente da Central, Vagner Freitas, pensa nesta mesma linha. Para ele, é muito importante o fortalecimento dos Sindicatos para colocar o plano de lutas em ação, porque não existe democracia sem organização dos trabalhadores.

“Bolsonaro, quando eleito, disse que iria acabar com o MST e a CUT.

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Mas nossa Central não só não acabou, como está mais forte. E vamos continuar representando a classe trabalhadora”, adiana o dirigente.

Inovação – O presidente Sérgio Nobre alerta para o desafio do movimento sindical de aperfeiçoar sua forma de atuação ao que ele chama de novo mundo do trabalho. “Pode ser considerado bom ou ruim. E o que vai decidir isso será nossa capacidade de organização pra fazer essa disputa de sociedade por um País inclusivo, representativo e combativo na luta cotidiana e na vida do trabalho”, afirma.

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Para o líder cutista, o futuro do movimento sindical começa agora. “Temos que ouvir as categorias e entender essa nova realidade pra ser cada vez mais representativo de fato”, conclui Sérgio Nobre.

MAIS – Acesse o site da CUT.

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