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quinta-feira, 13/06/2024

Presidente da UGT elogia 1º de Maio e vê acúmulo para lutas futuras

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Deu certo fazer on-line o 1º de Maio Unificado das Centrais Sindicais. As bandeiras por democracia, apoio à saúde e defesa do emprego foram irradiadas para amplos setores da população. Também foi possível armar um palanque amplo, com três ex-presidentes da República.

A avaliação é do dirigente comerciário e presidente da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah. Domingo (3), ele falou com a Agência Sindical. Principais trechos:

Democracia

“O sindicalismo marcou posição ao colocar com ênfase a defesa da democracia. Não aceitaremos, jamais, apelos pela volta da ditadura e de arbitrariedades como no caso do  AI-5”.

Unidade 

“As Centrais mostraram maturidade ao definir, em conjunto, as bandeiras unitárias do 1º de Maio. Todos nós queremos a economia funcionando, com empregos. Mas, acima disso, está a vida. A posição pró-fortalecimento da saúde pública é unânime entre nós”.

Frente

“No 1º de Maio falaram Fernando Henrique, Lula e Dilma, três ex-Presidentes. Também se manifestaram os presidenciáveis Marina, Ciro e Haddad, além de outras lideranças. O sindicalismo deu um passo firme para a formação da frente ampla em defesa da democracia e contra os abusos do governo Bolsonaro, especialmente no que diz respeito aos trabalhadores”.

Festa

“O ato on-line permitiu a participação de muita gente e as lives de vários artistas. Com isso, conseguimos também levar arte e diversão para os trabalhadores e a quem mais nos acompanhou na transmissão. O Dia do Trabalhador manteve seu caráter festivo”.

Futuro

“Esse 1º de Maio foi extremamente agregador. O sindicalismo e os setores democráticos acumulam força pra defender as bandeiras da democracia, saúde, vida e emprego e também em negociações junto ao Congresso Nacional”.

Preocupação

“Mas, neste momento, há uma preocupação geral, que é garantir o pagamento do abono de R$ 600,00 a milhões de brasileiros. Se dependesse do governo, seriam só R$ 150,00. Esses R$ 600,00 saíram por pressão do movimento sindical e popular”.

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