Prioridades – por Miguel Torres

Data:

Compartilhe:

Foi uma grata satisfação participar da entrevista coletiva do ex-presidente Lula, dois dias após o ministro Fachin, do STF, anular as condenações que o levaram à prisão e o impediram de disputar as eleições presidenciais de 2018.

O clima foi de esperança na justiça, na democracia e na união das pessoas, lideranças e organizações em busca de um País melhor.

Além da importância histórica do evento, realizado em 10 de março, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, constatamos que o ex-presidente Lula está plenamente conectado com as reivindicações do movimento sindical unificado em defesa da democracia, da retomada do desenvolvimento e da vida contra a pandemia.

Lutamos por: vacinas para todos contra a covid-19; vacinação urgente pela saúde e pela vida; auxílio emergencial de R$ 600 mensais até o fim da pandemia; distanciamento social, uso de máscara, higienização e álcool gel; emprego, renda, trabalho decente e desenvolvimento; apoio às populações socialmente mais vulneráveis; mais diálogo e democracia.

Chega de ódio e violência! A luta faz a lei

Conteúdo Relacionado

Privatizar melhora? – Josinaldo José de Barros (Cabeça)

A experiência ensina que a melhor economia é aquela que combina Estado e mercado. Ou seja, nem tudo é estatal e nem tudo fica...

Novo ciclo político em disputa – Neuriberg Dias

As eleições de 2026 são consideradas uma das mais importantes. Por duas razões. A primeira é a consolidação de um pacto de reconstrução do...

Trilhos seguros exigem engenharia, não improviso – Murilo Pinheiro

Incidente grave ocorrido na Linha 12-Safira expõe fragilidades da privatização no setor ferroviário e reforça que serviços essenciais não podem ser tratados como laboratório...

Esquecimento e importância – João Guilherme Vargas Netto

Podem notar que o esquecimento em quem se votou na última eleição é inversamente proporcional à importância dada àquela candidatura. Quanto mais importância menor...

UGT alerta para a urgência de acabar com a violência contra as crianças – Ricardo Patah

É inadmissível que, em pleno ano de 2026, a sociedade ainda conviva com tantos casos de crianças vítimas de espancamento, agressões, abusos e mortes...