Além da luta nacional dos Servidores públicos contra a reforma administrativa, do governo Bolsonaro (PEC 32), os trabalhadores do setor público de São Paulo empunham outra batalha, esta contra a reforma previdenciária (Sampaprev 2).

O Projeto de Lei (PLO 7/2021), do prefeito Ricardo Nunes (MDB), pretende mexer com a contribuição e a aposentadoria dos Servidores municipais. A alíquota no salário dos aposentados subiria para 14%. A idade para obter a aposentadoria passaria de 60 pra 65 anos, para homens, e de 55 para 62 anos, para mulheres.

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Atentos aos ataques do prefeito de SP, os trabalhadores realizaram ato em frente à Câmara Municipal na quarta (13). A mobilização garantiu a retirada do projeto da votação no Plenário da Casa.

Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de SP (Sindsep), João Gabriel Buonavita, nova sessão está prevista para esta quinta (14), às 15 horas. Servidores devem retomar os protestos.

“Nós estamos falando de uma faixa de trabalhadores que há pelo menos 15 anos não tem nenhum centavo de recomposição de perdas da inflação. Então, é uma categoria que já está achatada. Alguns têm de receber suplementação de Piso pra poder atingir um salário mínimo”, alerta João.

Oposição – A mobilização dos partidos de oposição também tem segurado a votação do Sampaprev 2. Vereadores alinhados ao prefeito tentam manobras para votar a proposta, enquanto os opositores tentam emendas para obstruir.

Para a vereadora Juliana Cardoso (PT), o apoio da população pode fortalecer o movimento contra a reforma previdenciária dos Servidores de SP.

“Número eles têm, mas a gente tem o povo. É extremamente necessário que se mobilizem e que diga não a esse tipo de reforma.

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Porque é uma reforma contra o povo”, alerta a vereadora.

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MAIS – Acompanhe todos os passos da luta contra o Sampaprev 2 pelo Facebook do Sindsep.

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