O mesmo Congresso que aprovou cinco parcelas do Auxílio Emergencial de R$ 600,00 pode levar a voto a MP 1.000. E isso precisa ser urgente, pois a MP está em vigor desde 3 de setembro, baixando o Auxílio pra R$ 300,00.

Mas pra que o Parlamento vote é preciso haver pressão de baixo pra cima, além de articulação parlamentar. Essa pressão vai depender do volume da campanha unitária das Centrais.

O consultor João Guilherme Vargas Netto recomenda forte ativismo nas redes sociais e trabalhar com os números. Ele diz: “São dois números cheio, fáceis de guardar. O número do valor do Auxílio e o da MP”.

Nesta segunda, 21, ele falou na live da Agência Sindical. Parte fundamental da campanha é conseguir adesões ao abaixo-assinado, que fechou o dia com cerca de cinco mil signatários.

Varga Netto comenta: “É baixa a adesão. Precisamos convencer os dirigentes a se engajar. E também atrair os setores que foram beneficiados com as cinco parcelas já pagas, incluindo governos municipais e estaduais, que ganharam com aumento na arrecadação”.

Contemplados – Mais de 65 milhões de brasileiros receberam as parcelas do Auxílio. Agora, a MP excluir cerca de cinco milhões. Ou seja, arrocha e exclui.

MAIS – Amanhã, no boletim Repórter Sindical.

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