Central repudia congelamento salarial

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A Nova Central repudia a decisão do governo de congelar o reajuste salarial dos servidores públicos federais de 2024. Moacyr Auersvald, dirigente da Central, solidariza-se com os servidores federais. A informação foi dada durante reunião da Mesa Nacional de Negociações Permanentes com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).

Recompensa – José Lopes Feijoó, secretário da pasta, alegou “dificuldade orçamentária”. Como recompensa ofereceu aumento do auxílio-alimentação, passando de R$ 658,00 para R$ 1 mil e o auxílio-creche, de R$ 321,00 para R$ 484,90; e contrapartida dos planos de saúde, de R$ 144 para R$ 215.

Debate – Foram debatidos e esclarecidos pontos para o avanço das negociações, que reuniu representantes do governo e entidades sindicais.

Ivana Lima, presidente do Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores, que representou a Nova Central no evento, afirma que a posição do governo precisa ser repensada. “Gostaria de propor ao governo que repensasse minimamente os percentuais apresentados e inclua também as perdas inflacionárias que teremos nos próximos anos. Além do mais, que a proposta de aumento dos auxílios não seja só para maio”, diz.

MAIS – Sites da Nova Central e Sinditamaraty

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