Entregadores de aplicativos fazem nova greve neste sábado

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Trabalhadores fizeram ato preparatório dia 23, na avenida Paulista, em SP

Entregadores de aplicativos promovem nova paralisação neste sábado (25), por direitos e condições de trabalho. A categoria reivindica aumento da taxa de entrega e do valor pago por quilômetro rodado, fim dos bloqueios indevido, seguro de vida e contra acidentes e fornecimento de Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) na pandemia.

A primeira greve ocorreu no dia 1º de julho e contou com adesão em vários Estados brasileiros. Na época, o movimento rendeu protestos físicos grandes em capitais, como São Paulo, e afetou a dinâmica dos pedidos em restaurantes e nas plataformas.

Dessa vez, o “breque dos apps” ocorrerá num sábado, quando é maior a procura pelos serviços de delivery de comida. Os entregadores pedem que a população apoie a paralisação, não realizando pedidos nesse dia.

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“Apoiem os motoboys em sua paralisação por melhores condições de trabalho. Não façam pedidos nos apps neste dia. Os motoboys correm todos os dias por vocês, corram um único dia por eles”, publicou nas redes sociais o perfil Treta no Trampo, que divulga as manifestações.

A ideia é fazer empresas como IFood, Uber Eats, Rappi, Loggi e James negociarem com trabalhadores. Durante a pandemia, os entregadores viram seus rendimentos despencarem, enquanto aumentaram os lucros das empresas.

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Apesar disso, eles reclamam que não receberam sequer equipamentos de proteção individual para se proteger do contágio da doença.

Os entregadores planejam atos físicos em algumas cidades. Em Brasília, eles devem sair às 9h da torre digital de TV em Brasília e de lá fazer um percurso até o Congresso. Já em São Paulo, há a previsão de um encontro às 15h no Pacaembu.

O Sindimoto-SP apoia o movimento. No dia 14, o Sindicato fez uma manifestação que percorreu diversas ruas e avenidas de São Paulo para reforçar as reivindicações da categoria. No dia seguinte, o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Eduardo Tuma (PSDB) recebeu um grupo de motoboys sindicalizados e anunciou a formação de uma comissão de estudos para analisar as demandas.

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Mais – Acesse o site do SindimotoSP.

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