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Federação dos Professores critica volta às aulas defendida por Doria

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O estudante André Yudji Silva Okimoto, 15, (em primeiro plano) que cursa o 1º Ano do Ensino Médio, assiste a uma aula na unidade em que estuda das Escolas IDAAM, em Manaus, Amazonas, Brasil, em 3 de agosto de 2020, usando máscara respiratória e viseira acrílica, ítens recomendados pela Organização mundial de Saúde (OMS) para frear o contágio da Covid-19 e que são obrigatórios no ambiente escolar. As Escolas IDAAM adotaram diversos procedimentos como aulas presenciais intercaladas com atividades pela internet, o distanciamento entre os alunos, a medição de temperatura, a disponibilização de tótens e garrafas de álcool em gel e o uso obrigatório de viseiras acrílicas e máscaras respiratórias. O Amazonas foi o primeiro estado a permitir o retorno às aulas em unidades de ensino particulares, após a pausa ocasionada pela pandemia da Covid-19. Foto: Raphael Alves / VEJA

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É ínfimo o número de escolas com as condições mínimas de prevenção à Covid-19. Por isso, é temerária a imposição do governador paulista João Doria (PSDB), pelo retorno presencial em 1º. de fevereiro.

Essa é a posição da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp), que representa os profissionais das escolas particulares. “O vírus está à solta e os indicadores da doença são crescentes”, alerta o presidente da entidade, Celso Napolitano.

Segundo a Fepesp, “os indicadores mostram alta no número de pessoas contaminadas e nas internações por Covid-19 no Estado, mas Doria defende a volta às aulas em 1º de fevereiro”.

Em recente entrevista à TVT, o professor Napolitano reafirmou a posição da entidade: “Sempre defendemos o retorno seguro às aulas, com o cumprimento de todas as condições sanitárias. Mas uma ínfima minoria de escolas terá condições de oferecer os equipamentos de proteção individual aos educadores”.

Assista ao vídeo com a entrevista aqui:

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