Em nota, Força Sindical critica alta nos juros

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O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, assina Nota da entidade em repúdio à decisão de elevar a taxa básica de juros, a chamada Selic. De acordo com o documento, os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) e o governo Bolsonaro demonstram que seguem insensíveis ao sofrimento de milhares de brasileiros que estão fora do mercado de trabalho, sem alimentação adequada, moradia e vida digna. “O aumento é mais uma forma de apertar e asfixiar os trabalhadores”, diz trecho da Nota.

Segundo o dirigente, o governo perdeu ótima oportunidade de promover uma redução na taxa básica de juros, que poderia funcionar como uma espécie de estímulo a fim de criar novas vagas de emprego e aumentar a produção no País. “Ou seja, mais uma vez, o governo federal frustra os anseios dos trabalhadores”, afirma Miguel.

Para o presidente da Força Sindical, a implantação de uma política econômica eficaz, intensos investimentos no setor produtivo, viabilização de projeto efetivo de desenvolvimento para o Brasil e juros em níveis bem mais baixos podem contribuir efetivamente para a retomada econômica.

Conclat – Miguel destaca também a realização da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora – Conclat, em 7 de abril. Ele ressalta que as 10 Centrais Sindicais estão preparando o documento que será tirado no evento.

“A Conferência vai apresentar à classe trabalhadora e toda a sociedade propostas de geração de empregos de qualidade, aumento dos salários, proteção dos direitos trabalhistas, combate às desigualdades, proteções sociais e previdenciárias, a defesa da democracia, da soberania e da vida”, conclui a Nota da Força Sindical.

LEIA – Abaixo, a Nota na íntegra.
Menos juros, mais empregos e direitos!

Os membros do Copom (Comitê de Política Monetária) decidiram, nesta quarta-feira (16 de março/ 2022) pelo aumento da taxa Selic e, desta forma, o governo Bolsonaro demonstra que continua insensível ao sofrimento de milhares de brasileiros que estão fora do mercado de trabalho, em condições precárias na informalidade, sem alimentação adequada, moradia e vida digna. O aumento é mais uma forma de apertar e asfixiar os trabalhadores.

É importante ressaltar que juros em patamares estratosféricos sangram as divisas do País e inviabilizam o desenvolvimento e o investimento, consequentemente, a geração de empregos com mais renda.

O governo perdeu uma ótima oportunidade para promover uma redução na taxa básica de juros, que poderia funcionar como um estímulo para a criação de novos empregos e para o aumento da produção no País. Ou seja: mais uma vez o governo federal frustra os anseios dos trabalhadores.

Acreditamos, ainda, que apenas a implantação de uma política econômica eficaz, intensos investimentos no setor produtivo, a viabilização de um projeto efetivo de desenvolvimento para o País, e, claro, juros em níveis bem mais baixos, podem fazer com que o Brasil retome o caminho do crescimento econômico e social.

Vale ressaltar que as 10 Centrais Sindicais brasileiras estão preparando, elaborando um Documento e convocando trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil para a Conferência da Classe Trabalhadora (Conclat 2022 – Emprego, Direitos, Democracia e Vida).

A Conferência, que será realizada em 07 de abril, vai apresentar à classe trabalhadora e a toda a sociedade propostas de geração de empregos de qualidade, aumento dos salários, proteção dos direitos trabalhistas, combate às desigualdades, proteções sociais e previdenciárias, a defesa da democracia, da soberania e da vida.

Miguel Torres – presidente da Força Sindical

MAIS – Acesse o site da Força.

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