Sexta-feira, 6, dirigentes das Centrais Força Sindical e da CUT se reuniram com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo. Reunião entre companheiros tratou sobre conjuntura do sindicalismo e planejou ações futuras.

Miguel Torres, presidente da Força, participou com João Carlos Gonçalves Juruna (secretário-geral), Sérgio Luiz Leite (presidente dos Químicos-SP), João Inocentini (presidente do Sindicato dos Aposentados) e o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (Solidariedade-SP).

Segundo Miguel, o ex-presidente Lula está com muita disposição de trabalho em prol do sindicalismo. “Lula, inclusive, inicia uma série de viagens ao Nordeste. Nós sugerimos que ele chame o movimento sindical pra esses encontros”, ele informa.

O ex-presidente está preocupado com o desemprego em massa no País e entende que o próximo governo precisa dar prioridade máxima à questão. “Ele pediu às Centrais Sindicais que se aproximem também dos trabalhadores informais, as pessoas que estão em home office e dos entregadores de aplicativos”, diz Miguel.

Polarização – A preocupação de Lula quanto às eleições de 2022 é unir o campo progressista. “Ele tem clareza de que a derrota do bolsonarismo passa pela união do setor democrático do Brasil. Não acha que a esquerda sozinha seja capaz de vencer. É preciso buscar alianças”, afirma Juruna, o secretário-geral da Força,.

Novos encontros devem acontecer em breve entre as Centrais Sindicais e Lula. A ideia é que sejam feitas reuniões periódicas, para tratar sobre a conjuntura política, trabalhista e social e também questões pontuais de interesse da classe trabalhadora.

Mais – Acesse os sites da Força Sindical e da CUT.

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