Mesmo com lucro, ECT corta direitos e não paga PLR

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A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) registrou lucro de R$ 460 milhões no primeiro semestre de 2020 – semestre contaminado pela pandemia do novo coronavírus. Segundo a direção da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos (Findect), o faturamento da estatal cresceu 20%.

Ainda que lucre, a empresa não paga a PLR – Participação nos Lucros e/ou Resultados. O último pagamento ocorreu em 2016. Ela também joga pesado pra rebaixar os custos trabalhistas. Por isso, foi ao Supremo Tribunal Federal, onde, sexta, dia 21, conseguiu renovar a Convenção na qual havia feito cortes em 70 itens.

Os cortes atingem desde o vale-alimentação até a licença-maternidade, que cai de 180 dias para quatro meses. Em greve, a categoria reage. Um dos itens que mais pesam junto aos trabalhadores é o compartilhamento nas despesas do Plano de Saúde. Pela decisão do STF, o trabalhador passa a pagar 50% do valor do plano e não mais 30%.

Banco – Há graves problemas no Fundo de Pensão, inclusive por meio de banco norte-americano (que tem representação no Rio de Janeiro). Tal fato, segundo a Federação (Findect), gerou abertura de processo nos Estados Unidos.

Greve foi decretada dia 17 em defesa de direitos e segue forte em todo o País

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