O Sindicato dos Motoristas de São Paulo (Sindmotoristas) realizou assembleia terça (6), a fim de discutir o andamento da Campanha Salarial da categoria. Os trabalhadores rejeitaram a proposta dos representantes patronais e da Administração Pública Municipal e decretaram estado de greve, definido por assembleia permanente (que pode ser chamada a qualquer momento).

Segundo o presidente do Sindmotoristas, Valdevan Noventa, os companheiros estão engajados na luta pela renovação da Convenção Coletiva e por reajuste salarial. “A categoria está disposta a cruzar os braços e parar o sistema de transporte da Capital. Até aqui, tivemos muita paciência e jogo de cintura nas tratativas. Mas, pelo visto, não estão interessados em atender as reivindicações”, afirma o dirigente.

Cortes – O Sindicato dos Motoristas denuncia que, além da recusa em reajustar salários e benefícios, as empresas tentam retirar 1.147 ônibus da frota e isso pode ocasionar demissão em massa. Cerca de 6.000 podem ficar desempregados. A entidade considera essa manobra como inadmissível, uma vez que existe aditivo que garante emprego desses trabalhadores.

Ataques – Valdevan Noventa afirma, ainda, que existem grupos interessados em provocar confusão na categoria com fakenews sobre os rumos da Campanha Salarial. Para o dirigente, esses comentários infundados e levianos tumultuam os trabalhos do Sindmotoristas.

“É lamentável deparar com comentários infelizes sobre nosso trabalho e nossa conduta. É triste ver gente que nunca agregou valores, nunca conquistou nenhum benefício à categoria, se propondo a tecer tantas críticas. Não o bastante, esse grupo ainda tenta atribuir autorias de baixarias e vandalismo ao Sindicato”, lamenta Noventa.

Trabalhadores aprovam estado de greve em assembleia no Sindicato

MAIS – Acesse o site do Sindmotoristas

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