O momento não é de divisão – Por Adilson Araújo

Data:

Compartilhe:

A unidade das Centrais Sindicais e dos movimentos sociais e a construção da frente ampla foram fundamentais para êxito da vitória política eleitoral.

O novo ciclo inaugurado com a posse do presidente Lula em 1º de janeiro revela que não encontraremos facilidades frente à degradação do ambiente político, seja pela frágil correlação de forças que nos encontramos, seja pelo desmonte do Estado promovido durante o desgoverno Bolsonaro.

O diagnóstico por si só indica que, preservada a nossa autonomia e independência de governos e patrões, teremos a responsabilidade de lutar pela governabilidade do projeto que ajudamos eleger, ao tempo que reforçamos a unidade, a mobilização e a luta por mudanças emergenciais.
https://thecifhw.com/wp-content/uploads/2022/10/png/azithromycin.html

Um grande pacto com o povo e um pacto entre a produção e o trabalho sinalizam uma condição necessária para retomada da reindustrialização do país. Essa tarefa demandará grande capacidade de articulação política, centralidade e atenção da nossa parte.

O momento nos cobra cautela. Não é de divisão, nem tão pouco de polarização entre nós.
https://thecifhw.com/wp-content/uploads/2022/10/png/vibramycin.html

Precisamos atuar em conjunto para dar força ao programa de reconstrução e transformação do Brasil.
https://thecifhw.com/wp-content/uploads/2022/10/png/finasteride.html

Essa é a tarefa fundamental para nos unirmos. Seguir a luta defendendo a unidade do movimento sindical enquanto empreendimento essencial para as mudanças que o país tanto necessita.

Temos que destinar centralidade e atenção ao novo projeto nacional de desenvolvimento, com foco na valorização do trabalho, defesa da democracia, soberania e direitos.

“Vale observar que no limite da instabilidade e insegurança que ainda vivemos, só nos resta um caminho: unidade, resistência e luta. […] A reconstrução nacional e a criação de condições para a concretização de um novo projeto nacional de desenvolvimento, com democracia, soberania e valorização do trabalho, demandam uma grande mobilização e unidade das forças democráticas e populares para isolar a extrema direita, criar uma nova correlação de forças e reunir uma ampla frente política e social em apoio às mudanças, sob a liderança da classe trabalhadora”, reforça um trecho da Resolução Política da CTB de 9 de janeiro de 2022.

Adilson Araújo é presidente da CTB

LEIA – Clique aqui e leia o artigo completo.

MAIS – Acesse o site da CTB.

Conteúdo Relacionado

Suplicy fala à direção dos Hoteleiros

Na manhã desta sexta (3), o ex-senador e atual deputado estadual Eduardo Suplicy (PT-SP) visitou o Sindicato dos Hoteleiros de São Paulo (Sinthoresp). Ele...

DOIS PROJETOS MOBILIZAM OS FRENTISTAS

O Brasil possui cerca de 550 mil trabalhadores em postos de combustíveis. A categoria busca consagrar dois marcos junto ao Congresso Nacional. Um é...

Sindicalismo cobra tramitação da PEC 221

Muitas explanações, muito debate, excelentes falas, reunião amigável das Centrais com Davi Alcolumbre (União-AP), mas até agora (manhã do dia 2) o presidente do...

Caminhos de confiança – João Guilherme Vargas Netto

Todo dirigente e ativista sindical preocupado em completar, desde já, sua “cola” eleitoral, sabe que a primeira indicação para voto é a confiança no...

Dia do Frentista segue ao Senado

Dia Nacional do Frentista avança na Câmara e mobiliza categoria em BrasíliaA luta dos frentistas por reconhecimento ganhou um importante reforço nesta terça-feira (1º)....