Professores entram na Justiça contra volta às escolas

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Em iniciativa conjunta, entidades de trabalhadores em educação das redes pública e privada entraram, quarta (2), na Justiça com pedido de liminar contra a retomada das aulas, sem condições adequadas de segurança.

A ação foi impetrada na 3ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça de SP pela Federação dos Professores do Estado (Fepesp), Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado – Apeoesp, Centro do Professorado Paulista – CPP e Sindicato de Funcionários e Servidores da Educação de São Paulo – Afuse.

A Fepesp representa sindicatos de professores e de trabalhadores não docentes da rede privada no estado de São Paulo. A Apeoesp, Afuse e CPP representam profissionais do setor público estadual.

Segundo Celso Napolitano o objetivo das entidades é garantir a saúde e vida dos alunos, familiares e profissionais do setor. “Essa discussão deve ser motivada com base em certificados científicos que garantam a saúde de toda a comunidade acadêmica e escolas, incluindo alunos, pais funcionários e educadores”.

A ação pede que sejam mantidas as atividades remotas e que as escolas particulares e públicas não exijam ou estimulem o comparecimento dos professores e trabalhadores em Educação durante o estado de emergência.

O plano do governo estadual previa o retorno de algumas atividades presenciais , como reforço escolar e “acolhimento” a partir de 8 de setembro e aulas regulares a partir de 7 de outubro. Contudo, quem dá a última palavra são as prefeituras.

No Estado de São Paulo, algumas optaram por manter escolas municipais fechadas, mas autorizaram a abertura de escolas particulares e estaduais, como se eles fossem imunes à disseminação do coronavirus.

Na cidade de São Paulo, a retomada em setembro está proibida e ainda não há uma decisão sobre a data de reabertura das aulas regulares presenciais.

Live – Nesta sexta (4), às 16 horas, o professor Celso Napolitano participa de live da Agência Sindical para falar sobre o tema. Não perca!

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