Após reivindicação das Centrais Sindicais, em especial da UGT, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), enviou o Projeto de Lei 97/2022 à Assembleia Legislativa do Estado (Alesp), pedindo a revalorização do salário mínimo estadual conforme o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Fipe). A expectativa é que a Casa vote a proposta até abril.

O Piso Nacional hoje é de R$ 1.212,00. Esse PL propõe que o salário mínimo em SP seja revalorizado e, portanto, superior em cerca de 6% ao restante do País. Para isso, seriam criadas duas faixas de categorias. Na Faixa 1, o mínimo seria de R$ 1.284,00. Já na Faixa 2, R$ 1.306,00.

Ricardo Patah, presidente da UGT, informa que esteve reunido com o governador paulista e representantes do governo para debater o tema e que as reivindicações foram bem aceitas. “Fomos muito bem recebidos e pudemos defender que é preciso valorizar os trabalhadores, pois são eles que aquecem a economia do Estado”, afirma Patah.

De acordo com o dirigente, caso seja aprovado o PL do salário mínimo regional, será mais uma vitória do movimento sindical. “Quem não sabe o que dizer, fala mal do sindicalismo, mas usufrui de férias, 13º salário, jornada de trabalho e tantas outras conquistas da nossa luta”, ressalta o presidente da UGT.

Faixas – Serão contemplados trabalhadores domésticos, agropecuários, barbeiros, manicures, motoboys e outros correlatos, que farão parte da Faixa 1. Na Faixa 2 estão inclusos os empregados nos setores de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e comunicações, supervisores de compras e vendas, operadores de rádio, televisão, de equipamentos de sonorização e cinematográficos, entre outros.

MAIS – Acesse a página da Alesp e acompanhe o PL do salário mínimo regional. Clique aqui e visite a página da UGT.

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