A Cidade do Rio de Janeiro amanheceu com greve dos motoristas do transporte público. O BRT (ônibus de trânsito rápido) não opera na Cidade por falta de verbas para pagamento dos funcionários. Devido ao acontecimento, a Prefeitura decidiu entrar em estado de atenção.

O prefeito Eduardo Paes (DEM) deu entrevista ao telejornal Bom Dia Rio, da TV Globo local, e pediu que os motoristas voltem ao trabalho para atender a população. “Sabemos que o sistema passa por momento difícil, mas estamos trabalhando para reequilibrar a situação após anos de abandono”, disse o político.

Empresa – Presidente-executivo do BRT Rio, Luiz Martins, afirmou em entrevista que a empresa não tem recursos em caixa para sequer pagar a segunda parte do salário de janeiro dos trabalhadores, que estava previsto para ocorrer sexta, 5.

Greve – Os funcionários estão nas portas das garagens impedindo a saída de veículos. As estações dos três corredores do BRT sequer abriram nesta segunda, 1º.

Alternativa – A população tenta se virar como dá. As opções são os transportes por aplicativos ou os ônibus executivos, que têm passagens no valor de R$ 17,00, o que significa quatro vezes mais caro que o valor do BRT, que custa R$ 4,05.

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