Segunda, dia 5, a Constituição Federal, batizada por Ulysses Guimarães de “Constituição Cidadã,” completou 32 anos. A Agência Sindical entrevistou o jornalista Antônio Augusto de Queiroz, do Diap, que acompanhou toda a Assembleia Nacional Constituinte. Sindicalistas também escreveram sobre os avanços trazidos pela nova Carta e chamaram atenção para a importância das garantias constitucionais.

Professor – No artigo “Esquecimento?”, o professor Oswaldo Augusto de Barros, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura e coordenador do FST, questiona a tentativa de desmontar direitos. Escreve: “Assistimos atônitos ao desmonte de um trabalho sério, avançado para a época, e que pretendia recolocar o Brasil no rol de países mais evoluídos, por ter a preocupação constitucional de proteção social dos mais humildes”.

O professor lembra que a Constituição restabeleceu as garantias individuais e ampliou direitos trabalhistas, como “multa de 40% no FGTS, abono de férias, auxílios maternidade e paternidade, que constroem a dignidade humana dos mais humildes”. O dirigente destaca o papel do sindicalismo contra os ataques dos que buscam o Estado mínimo e o fim de direitos.

CTB – Para o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Adilson Araújo, “a Carta Magna promulgada em 1988 consagra relevantes conquistas da classe trabalhadora e do povo brasileiro”. Segundo Adilson, a forma efetiva de fazer valer a Constituição é construir a mais ampla unidade pra interromper e derrotar o retrocesso neoliberal iniciado com Temer e acelerado por Bolsonaro. O cetebista destaca a importância das candidaturas comprometidas com a pauta trabalhista. Ele afirma: “Cabe fortalecer as candidaturas progressistas e compromissadas com as causas da classe trabalhadora”.

Metalúrgico – Em artigo no jornal Guarulhos Hoje, o presidente dos Metalúrgicos, José Pereira dos Santos, afirma: “A Constituição estabeleceu um novo padrão cívico e civilizatório para os brasileiros”.

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