Lula criou 923.732 empregos metalúrgicos

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Em oito anos de mandato, e mesmo acossado pela crise do subprime, que explodiu nos Estados Unidos em 2008, o governo Lula fez o País crescer e gerar empregos. Só no setor metalúrgico foram 923.732 postos de trabalho com Carteira assinada. Média de novos 115.467 empregos metalúrgicos por ano.

Os números são oficiais, informa o economista do Dieese e professor universitário Rodolfo Viana. Ele acrescenta: “No setor metalúrgico, principalmente nas montadoras, cada emprego gerado pode ser multiplicado por três outras vagas abertas”.

A geração de vagas beneficiou também quem já estava empregado. Rodolfo explica: “Pra manter seus quadros, as empresas tiveram que fazer equiparações salariais ou implantar planos de carreira. Isso melhorou as condições salariais e de trabalho dos já empregados”.

A ampliação do emprego metalúrgico, que ocorreu também em outros setores, tem explicação no modelo econômico desenvolvimentista e em outras políticas de governo. “Iniciativas como o Bolsa-Família e a política de aumento real do salário mínimo aqueceram o mercado interno, gerando compras, negócios e encomendas”, avalia o economista.

RENDA – O aumento do emprego também propicia elevação de renda, até porque a demanda fortalece o poder de negociação dos Sindicatos. Um exemplo disso são os metalúrgicos da Força Sindical do Estado de São Paulo – eram cerca de 800 mil contra os 600 mil e poucos de hoje.

“Esse grupo obteve 23,2% de aumento sobre o INPC nos oito anos do governo Lula, levando-se em conta os acordos nas Convenções Coletivas”, informa Rodolfo Viana. Nos três anos de Bolsonaro, a categoria metalúrgica conseguiu apenas 0,4% acima da inflação.

PLR – A economia aquecida possibilitou a ampliação dos acordos de PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados) da empresa. Com a maré alta da economia, os Sindicatos também conseguiram negociar valores maiores na PLR e melhores condições nos seus planos de meta.

MAIS – Rodolfo Viana: 2463.5300. E-mail: rodolfo@dieese.org.br

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