O IBGE divulgou nesta terça (31) os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-Contínua) referentes ao segundo trimestre de 2021. De acordo com o levantamento, o número de trabalhadores informais chegou a 35,6 milhões. Há um ano, eram 30,8 milhões nesta situação.

Neste grupo dos informais, estão inclusos os empregados sem Carteira assinada, os que não possuem CNPJ e os que não contam com remuneração. A taxa de informalidade ficou em 40,6% entre os ocupados. No trimestre anterior, que compreende os meses de janeiro, fevereiro e março, esse número representava 39,6%. No mesmo período de 2020, era 36,9%.

Desemprego – Cresce a informalidade, diminui o desemprego. Ainda que pouco para o que o País realmente precisa, o número de desempregados no Brasil caiu de 14,7% da força de trabalho para 14,1%. Ainda assim, o número é maior do que o analisado no mesmo período do ano passado, quando registrou 13,3%.

Pouco aproveitados – Além do aumento dos empregos informais, o IBGE aponta também que os trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, ou seja, aqueles que desejam trabalhar mais, também bateu um novo recorde. Cerca de 7,5 milhões de brasileiros integram este grupo dos que gostariam de trabalhar mais.

Desalento – As pessoas que desistiram de procurar um emprego devido às fortes recessões do mercado de trabalho se mantém no mesmo nível. São 5,6 milhões de desalentados conforme divulga o Instituto.

MAIS – Clique aqui e veja os resultados da Pnad-Contínua do IBGE.

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