Dia 29, haverá segundo turno em 57 municípios. Em São Paulo, além da Capital, 15 cidades terão eleições. Brancos, nulos e abstenções bateram recordes. Dirigentes de várias categorias reforçam o chamamento às urnas e falam da importância de se contrapor à agenda neoliberal.

Força – No artigo “O segundo turno”, Miguel Torres, presidente da Central, orienta: “O movimento sindical, a classe trabalhadora e as comunidades que lutam por emprego, renda, trabalho decente e melhorias urbanas precisam incentivar a ida às urnas”. Segundo ele, avaliar a que partido o candidato é filiado e verificar como a sigla atua nos parlamentos municipais, estaduais e federais dão parâmetros para o eleitor votar certo.

Segundo o coordenador do Fórum Sindical dos Trabalhadores, FST, Oswaldo Augusto de Barros, é necessário comparar planos de governo, pra depois cobrar. “Só pode reclamar quem participa. Nosso voto tem poder”, reforça. Oswaldo lembra que o poder de votar existe pra que a pessoa faça escolha. “A omissão possibilita condições de que outra escolha saia vencedora. O voto, além de direito cidadão, carrega em si o poder da mudança”, ele afirma.

José Pereira dos Santos, presidente dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região, também chama para o voto domingo. Ele relembra que sua geração queria votar, mas a ditadura impedia. “Valorizo muito poder ir até a seção eleitoral e escolher quem eu considere melhor pra cidade onde vivo com minha família”, diz.

Alimentação – Artur Bueno de Camargo, presidente da CNTA Afins, destaca a qualidade política do voto. Ele diz: “Precisamos escolher o melhor candidato, mas também levar em conta seu partido e compromissos. Não podemos eleger quem depois vai atuar contra nossos direitos”.

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