Frentistas aprovam moções de luta

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Terminou sexta (25) o VI Encontro Nacional dos Frentistas, em Brasília, com a aprovação de moções que representam compromissos de lutas da categoria para o próximo período. O evento aconteceu na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC), em Brasília.

As moções aprovadas rechaçam as tentativas de implantação do self-service nas bombas, a exigência de idade mínima para aposentadoria especial e o combate a todas práticas antissindicais.

Os cerca de 130 de sindicalistas que participaram do Encontro também reafirmaram a luta pela regulamentação da categoria e apontaram a necessidade de ampliar o debate sobre propostas de reforma na estrutura sindical.

Pauta – Durante dois dias (quinta e sexta) foram abordadas questões relacionadas à realidade a categoria, que atualmente é composta por mais de 500 mil trabalhadores em todo o País. Pariticparam dos debates líderanças sindicais, políticas, representantes das Centrais e do Diap.

A regulamentação da profissão, as inovações tecnológicas e as bombas de combustível automatizadas foram alguns temas abordados. Para contribuir nas análises, as mesas trouxeram também especialistas do Diap, das Centrais Sindicais e das assessorias jurídicas de nossas entidades.

Profissão Frentista – Sobre a Regulamentação da categoria profissional dos frentistas, o Encontro decidiu que será encaminhada aos parlamentares federais uma moção pública, pedindo a aprovação da proposta conforme o previsto no Projeto de Lei 3299/2021.

No encerramento, o presidente da Fenepospetro, Eusébio Pinto Neto, celebrou os resultados. “Nossa federação sai mais forte deste debate. Daqui para frente, o objetivo é garantir mais participação da base em todas as decisões importantes para a categoria,” resumiu.

Organizado pelas federações Nacional e Estadual paulista (Fenepospetro e a Fepospetro), o evento, segundo Eusébio, resultou de um trabalho contínuo de parceria com as entidades filiadas. O dirigente diz: “Queremos construir propostas que gerem mais avanços nas lutas da categoria e que, ao mesmo tempo, permitam aprimorar o sistema de gestão da Federação,” ele explica.

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